O pré-candidato a prefeitura de Natal, Rogério Marinho que vive mergulhado para imprensa, deve mais uma vez mergulhar e profundo, depois da reportagem da Tribuna do Norte nesse domingo que trás denúncias de improbidade adminstrativa contra Rogério, quando ele era vereador e presidente da Câmara Muncipal de Natal.
Segundo a reportagem, o promotor de Justiça Giovanni Rosado Paiva, enviou à Procuradoria Geral da República e ao Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) cópia do relatório da Inspeção Especial feita na Câmara Municipal de Natal a pedido do Tribunal de Contas do Estado (TCE). O relatório indica à falta de justificativa para gastos da ordem de R$ 3.786.593,19 no período de janeiro de 2005 a dezembro de 2006, quando o hoje deputado federal Rogério Marinho (PSB) era presidente da Câmara Municipal de Natal.
A reportagem diz ainda: Se isso for comprovado - posto que até agora há apenas indícios - e o deputado federal for responsabilizado, ele pode ter que ressarcir o dano ao erário; perder a função pública; e ainda ter seus direitos políticos suspensos (de cinco a oito anos). Os técnicos do TCE orientam que além dos órgãos estaduais, o relatório deve ser enviado à Procuradoria Geral da República e “à Câmara dos Deputados, na pessoa de seu presidente”. Essas últimas observações, do relatório dos técnicos do TCE, são apresentadas porque as duas instituições são as únicas com atribuição e competência para investigar e aplicar (caso comprovada culpa) alguma sanção contra o parlamentar federal.
Nota do Blog:
Não é de hoje que se sabe dessas denúncias, o atual presidente da Câmara, vereador Dickson Nasser já dizia, no alto da operação impacto, quando acabará de assumir a presidência da casa, em rodas políticas, que Rogpério havia deixado um rombo de 3 milhões. Pelo jeito era um pouco maior… 3 milhões, setecentos e alguma coisa.
Há quem diga que essas denúncias contra Rogerio só estão aparecendo agora porque Carlos Eduardo precisa de uma justificativa para não apoiar a única candidatura posta dentro do PSB. E aí tentar apoiar um nome do PT ou PMDB, mas tendo o PSB como refén na coligação PMDB-PT-PSB. Pode ser…
Mas eu não acho que a governadora Wilma não vai deixar isso acontecer. Ah! Não vai mesmo…

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