Out 25

A Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional do Rio Grande do Norte, recepcionará na próxima terça-feira, 30 de outubro, às 16h,  no auditório da sede, reunião com 22 entidades da sociedade e órgãos estatais a fim de criar um grupo integrado contra a corrupção. A iniciativa decorre da necessidade de integrar órgãos públicos e da sociedade civil no combate à corrupção e conscientizar a população da importância de denunciar supostas irregularidades em relação à malversação de recursos públicos. 

O grupo contra a corrupção terá como objetivos: conscientizar a sociedade sobre os malefícios que os desvios de recursos públicos causam (fome, deficiência nos serviços essenciais como saúde, educação, assistência social etc.); despertar e mobilizar as pessoas e entidades da sociedade civil organizada para fiscalização da aplicação dos recursos públicos, estimulando-as a levar ao conhecimento dos órgãos públicos as práticas irregulares da administração pública que tiverem conhecimento; reforçar a atuação dos órgãos de controle social do poder público, como os conselhos municipais de saúde, educação, assistência social etc.; aproximar os órgãos públicos que apresentam entre os seus objetivos a fiscalização do dinheiro público ou a investigação relativa aos desvios dos recursos públicos, a fim de que se possa otimizar e acelerar as investigações. 

Ainda em relação ao tema corrupção, o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) sediará no dia 19 de novembro o lançamento da atuação, para as próximas eleições municipais, dos Comitês contra a Corrupção Eleitoral, que integram o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral. O lançamento da Campanha ocorrerá no edifício sede da OAB e, simultaneamente, nas sedes das 27 Seccionais da OAB distribuídas pelo país, trazendo o lema “Voto não tem Preço, tem Conseqüência”. Os atos de lançamento contarão com a participação de autoridades e dos representantes das 32 entidades organizadoras do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (entre elas a OAB), que serão convidados a partir dessa semana. Os Comitês serão instalados em todos os estados com o objetivo de conscientizar o eleitorado para a importância de se ter eleições limpas e receber denúncias de irregularidades eventualmente cometidas por candidatos, como em anos anteriores.

Out 25

Daqui de Salvador eu comemoro a sensatez de quem resolveu proibir a festa social programada para acontecer no monumento Forte dos Reis Magos.

Mas o povo parece que anda de bronca com a direção da FJA, leia absidoia aixo carta anônima que teria sido enviada a governadora Wilma de Faria.

“Carta aberta à Governadora Wilma de Faria
Exma.Senhora Governadora,

Hoje, Dia do Funcionário Público, infelizmente não temos nada a comemorar.

Nós, funcionários de carreira da Fundação José Augusto, passamos por vários governos e em todos, em nome do crescimento da nossa instituição, sempre procuramos ajudar aos que aqui chegaram, pois, ao longo dos anos, aprendemos a amá-la e respeitá-la. Aqui, é parte do nosso lar, e onde nos formamos profissionalmente e também para a vida, difundindo a cultura e o conhecimento.

Sabemos do seu valoroso trabalho em prol da cultura do Estado, sem sombra de dúvidas o Governo que mais tem trabalhado pela cultura, tão esquecida em alguns governos.

De repente, nos deparamos com uma administração do PT.

A princípio, até gostamos da idéia, pois a sigla significa PARTIDO DOS TRABALHADORES.

Ledo engano, companheiros: “suas idéias não correspondem aos fatos”!

A nossa Fundação se transformou num inferno. Vir ao trabalho, hoje, significa tristeza, insatisfação, falta de vontade. Essas pessoas que aqui estão em cargos diretivos, indicadas pelo PT, têm transformado nossos colegas em servidores sem qualquer valor.

Revoltados, profissionais com 20, 30 anos de Casa, pensam em pedir demissão em decorrência de pressões e humilhações sofridas. Transferem de setor, sem que nos seja dado o direito de optar. Impuseram um ponto eletrônico que só funciona para os funcionários da Casa e para os que têm cargos comissionados indicados pelo governo. Os “deles”, raros são os que têm essa obrigação, inclusive a de comparecer ao expediente. Sem contar com as diárias de viagens, a troco de quê não se sabe. Culturalmente, muitas não se justificam.

Em nome dos funcionários desta Fundação, digo que admiramos muito o seu trabalho em defesa do desenvolvimento da cultura do nosso Estado e esperamos que, em breve, todo esse engano seja resolvido; esse pesadelo deixe as nossas vidas.

Essas pessoas trabalham com rancor e jamais serão como nós, que trabalhamos cultura com o carinho que a cultura merece: parece trazerem consigo os dramas da incompetência do próprio partido. O senhor que veio para ser o diretor geral, a qualquer platéia, em qualquer ambiente, não pára de fazer críticas abertas aos funcionários da Casa. Fala as coisas mais absurdas, faz intrigas, é indiscreto, mal educado, caluniador, falastrão. Fala, como se nós fôssemos os responsáveis pelo fracasso cultural de sua gestão, batizada pela crítica de arte como “agora-vai-não-foi”: acusa-nos pelo seu fracasso; faz da cizânia arma para administrar interesses próprios, jogando servidor contra servidor.

Escrevo esta carta aberta de desabafo para pedir SOCORRO em nome de todos nós funcionários da Fundação José Augusto.

Não assino, porque temo a retaliação que, com certeza, se assinasse, viria: a truculência é outra característica bem deles”.

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